DROGAS, DEMÔNIOS E ILUSÕES:
A SURPREENDENTE SAGA DA DRA. REBECCA BROWN E ELAINE
Todo o texto referente à analise dos livros e da biografia de Rebecca Brown foi traduzido do site Watch the Tower.
Jack Chick, em “Closet Witches 1” diz: “Estas duas senhoras são peritas no mundo do oculto”. Elaine diz que era uma bruxa treinada que se casou com Satanás. Ao contar suas histórias para Chick, Elaine e Rebecca referem-se a satanistas como bruxas e vice-versa. Contudo, qualquer um com o mínimo conhecimento sobre o oculto sabe que feitiçaria e satanismo não são a mesma coisa, nem mesmo sendo compatíveis.
A ex-bruxa Tom Sanguinet declarou (na edição de outubro-dezembro de 1983 do boletim informativo Personal Freedom Outreach) que: “não há realmente uma conexão entre feitiçaria e satanismo. É apenas nesse neo-sistema do oculto que feitiçaria e satanismo chegaram a esta combinação. Os satanistas sempre adoraram às entidades negativas ou deidades – o templo de Seth no Egito antigo, por exemplo. As bruxas não temem Deus e muito menos acreditam em Satanás”.
A ex-ocultista Johanna Michaelsen concorda com esta distinção. Na página 316 de seu livro, Like Lambs to the Slaughter (Como Ovelhas para o Matadouro), declara: “Não há nenhum modo mais rápido ou mais eficiente para enfurecer uma bruxa comum do que acusá-la de adoração ao diabo. Sua literatura e suas conferências estão cheias de argumentos e/ou pedidos para que as pessoas deixem de confundi-las com os adoradores de Satanás”.
Elaine descreve um “acampamento” onde ela foi iniciada em feitiçaria e satanismo. Ela descreve este “acampamento” com riqueza de detalhes:
“Eu, pessoalmente, acabei dentro de uma dessas seitas quando fui ao acampamento naquele verão. Ficara Bastante excitada. Excitação essa, que se perde à proporção do que se vê, sente e escuta. Levaram-me, primeiramente, a um salão [1] onde ficamos a fim de que eu me sentisse a vontade. O acampamento possuía muitas instalações: museus bibliotecas, lugares em que eram praticados a quiromancia, o hipnotismo, a leitura do tarô e das cartas e o vodu. Alguns adeptos viviam lá o ano todo, enquanto outros não. Era nesse lugar que a seita funcionava oficialmente sem o conhecimento do público” [2].
Baseado na descrição do acampamento e suas locações feita por Elaine, provavelmente ela está se referindo a um acampamento espiritualista conhecido como Acampamento Chesterfield (Sociedade de Espiritualistas de Indiana), na cidade de Chesterfield, Indiana. O acampamento fundado em 1886 por Dr. J.W. Westerfield [3].
Assim como feitiçaria e satanismo, espiritualismo é uma prática distinta a não deve ser confundida com as outras. Chick chama Elaine e Rebecca de “peritas” no oculto, mas um perito não confundiria estas três religiões. Espiritualistas não são feiticeiros e bruxas. Espiritualismo mistura cristianismo, espiritismo e ultimamente assumiu a terminologia da “Nova Era”. Isso não significa cristianismo algum, mas também não é feitiçaria nem satanismo.
Uma viagem ao
Acampamento Chesterfield revelou que ele não é nada como Elaine descreve. Não
há nenhum dormitório, como recordou Elaine, mas há dois motéis que se parecem
com dormitórios para um estranho que dirija pelo acampamento. Nenhum
funcionário entrevistado poderia se lembrar de alguma “Edna Elaine Moses” ou
alguma “Edna Elaine Knost”, mas todos estavam familiarizados com o tipo de
histórias contado sobre seu acampamento.
Elaine diz que assinou o seu nome em sangue e se tornou parte da “Irmandade” neste acampamento. Ela não conta sua idade na época, mas diz que tudo ocorreu durante o verão: “como estávamos de férias escolares, não tendo mais o que fazer, decidi ir” [4]. Isto situa tal evento em algum momento de sua mocidade, provavelmente na adolescência. De forma interessante, a legenda próxima ao seu retrato de formatura, no anuário da escola secundária em 1965, menciona que ela era a sócia do Clube da Bíblia em sua escola [5].
OUTRO MATRIMÔNIO FRACASSADO
Jack Chick, nos livros e fitas sobre Elaine e Rebecca, encobre o casamento e o divórcio terrestres de Elaine. Rebecca diz: “... ele (Deus) disse que queria que eu levasse Elaine para morar comigo, já que ela não possuía fé suficiente para suportar tudo sozinha. Além disso, estava divorciada a muitos anos e não possuía amigos” [6].
Igualmente na fita “Closet Witches 1”, Rebecca afirma: “... O Pai foi rápido para me responder. Ele mandou que eu pegasse Elaine e a levasse para casa conosco, porque ela se suicidaria para evitar cair nas mãos dos satanistas, pois sua fé ainda não era forte o bastante. O marido dela a havia abandonado... Ele permanecera na irmandade”.
A história de Elaine e Rebecca situa o primeiro encontro delas no Ball Memorial Hospital, em torno de 1980. Pesquisas nos registros do tribunal do Condado de Henry (Indiana) mostram que Edna Elaine Knost casou-se em 18 de dezembro de 1966, pelo ministro da Igreja de Foursquare em New Castle (Indiana) [7] e que dois meses e meio depois, seu marido preencheu o pedido de divórcio, alegando que ela o tratava “de uma maneira cruel e desumana e que, por causa de tal tratamento recebido, tornou-se impossível as partes citadas viverem juntas como marido e mulher” [8].
Então, a evidência dos documentos mostra que o matrimônio foi dissolvido em 1967, uns 13 anos antes do que é dito no livro e na fita de cassete. Logo após separar-se do marido, Elaine voltou a viver com sua mãe e seu padrasto. Ela permaneceu em New Castle até o final dos anos 70, trabalhando em vários empregos, inclusive como garçonete em um restaurante drive-in e atendente de lava-carros. Também, durante este tempo, Elaine esteve continuamente entrando e saindo de hospitais na área de New Castle para diversas cirurgias [9].
Um pouco de direção pareceu entrar na vida de Elaine quando ela recebeu treinamento e foi autorizada pelo Estado de Indiana a atuar como uma Enfermeira Prática (LPN – Licensed Pratical Nurse), o que permitiu ser contratada por casas de repouso locais.
Dessa forma pode-se concluir (através de uma cronologia definida e “verificável”) que as afirmações de Elaine sobre ter sido “um dos representantes do diabo a nível mundial”, reunindo-se com “vários representantes de governos estrangeiros” que iam até ela “solicitando dinheiro para a compra de armas” e, conforme também diz ela: “estive em Meca, Israel, Egito e também fui ao Vaticano, em Roma, onde inclusive, tive uma entrevista pessoal com o Papa. O propósito de minhas viagens era coordenar os programas de Satanás com os outros satanistas desses países”, “acabei conhecendo as estrelas mais famosas do Rock e todas elas assinavam pactos com Satanás em troca de fama e fortuna”... é tudo absolutamente fictício [10]! Os fatos demonstram uma vida claramente oposta à notoriedade que ela alega.
Os livros de Rebecca mencionam a “pressão” feita sobre ela, no intuito de parar seu “ministério” que expunha os satanistas e bruxas do hospital e das comunidades circunvizinhas. Rebecca diz: “Eu soube que o prefeito daquela cidade, o chefe de polícia, assim como muitos dos policiais também eram satanistas... então eu não poderia ir à polícia pedir ajuda” [11]. “A seita estava furiosa e eles nos deixaram saber de forma segura que eles estavam furiosos. Aconteciam todos os tipos de ameaças” [11]. A verdade é que os funcionários do Ball Memorial Hospital estavam cansados do comportamento bizarro de Rebecca, que tinha evoluído a ponto de incluir ritos de exorcismo nos quartos do hospital, envolvendo o uso de velas e afirmações “de que ela fora escolhida por Deus como a única médica capaz de diagnosticar certas doenças e sintomas” [12]. Finalmente os funcionários pediram que ela deixasse o Ball Memorial Hospital.
Os livros de Rebecca nunca citam sua demissão do Ball Memorial. Rebecca apenas diz: “Depois de concluir minha residência em medicina interna e atendimento clínico, abri um consultório médico numa pequena cidade a cerca de cem quilômetros de distância da cidade na qual Elaine foi iniciada no Satanismo. Durante os três anos seguintes a vida foi intensa” [13].
Evidências mostram que Rebecca realmente montou um consultório médico na cidade de Lapel (Indiana), com apoio financeiro do Hospital St. John, uma instituição católica na cidade vizinha (Anderson) [14].
Isto acrescenta uma interessante reviravolta à história, dado o ódio extensamente conhecido de Chick pela Igreja Católica Romana e qualquer coisa associada a ela. Em “Closet Witches 2”, Chick pergunta à Elaine: “Com o seu passado no ocultismo e na bruxaria, você percebia uma “Trindade do mal” dentro da igreja através de vocês, os satanistas, os Maçons e os católicos... todos trabalhando juntos? Existe algum tipo de harmonia... vocês poderiam se reconhecer mutuamente”?
Elaine responde: “Seguramente, Jack... Nós nos reconhecíamos e podíamos coordenar nossos esforços para trabalhar em sincronia”.
Chick: “Em outras palavras... se fossem eliminar alguém, todos três trabalhariam juntos”?
Elaine: “Sim, certamente! Os católicos e os Maçons e os Satanistas, todos eles usam as mesmas habilidades de ocultismo”.
Em seu livro, “Prepare-se Para A Guerra”, Rebecca dedica um capítulo inteiro à Igreja Católica Romana, chamado “É o Catolicismo Romano Feitiçaria?” [15]. Lá ela declara: “Todo aquele que não vive no verdadeiro evangelho do Jesus Cristo da Bíblia, não é salvo. Se você não disser a seus amigos católicos esta verdade, mas continuar em uma falsa amizade com eles, então você é um “cúmplice” na maldade do sistema idólatra do Catolicismo Romano... você é um praticante de feitiçaria” [16].
Com base nesta declaração e em virtude da associação de Rebecca com um hospital católico romano, Rebecca então era uma praticante de feitiçaria.
Desde o início de sua estadia em Lapel, Rebecca e Elaine enganaram o público. Uma história de primeira página na edição de 26 de maio de 1982 do jornal “The Lapel Review” disse que Rebecca estava inaugurando seu “Consultório de Clínica Geral” naquela cidade. O artigo abaixo da manchete “Dra. Bayley (sic) abre consultório em Lapel” declarou, “Ela, sua irmã e seus dois assistentes aguardam com ansiedade para se unir a comunidade local” [17]. A partir desta informação e de outras, percebemos que Rebecca e Elaine estavam se fazendo passar por irmãs [18]. Edna Elaine Moses até mesmo pegou o sobrenome de Ruth e se chamou “Elaine Bailey”! Os moradores de Lapel confirmaram que elas sustentavam tal parentesco.
Rebecca afirma: “Fiz muitos contatos durante aquele período e tive o privilégio de retirar cerca de mil pessoas do Satanismo” – isso enquanto trabalhou na cidade de Lapel, morando numa fazenda nas vizinhanças, em Pendleton – “Nós tínhamos uma espécie de “estrada de ferro subterrânea”” [19]. Se suas afirmações forem verdadeiras, ela teria que ter salvo do satanismo uma média de 1,3 pessoas por dia durante os 25 meses (abril de 1982 até maio de 1984) em que ela viveu na área. Qualquer ministro cristão ou obreiro há de concordar que esta seria uma taxa fenomenal.
Mas, assim como ocorreu no Ball Memorial, as circunstâncias ficaram estranhas em torno de Rebecca e Elaine na cidade de Lapel. Primeiro, a versão de Rebecca: “No fim daquele período a batalha acirrou-se, tornando-se ainda mais intensa. Em sua vontade perfeita, o Senhor permitiu que os satanistas fossem instrumento para a morte de minha mãe. (...) Elaine estava em semi-coma devido a leucemia e ficou totalmente presa a cama por mais de 6 meses. (...) Satanás lançou um de seus últimos ataques contra o nosso ministério naquela localidade. Os satanistas vieram e, numa noite, enquanto eu e Elaine estivemos fora da casa por duas horas, destruíram tudo o que nós tínhamos. Eles destruíram a machadadas tudo em minha casa, matando até mesmo nossos preciosos animais de estimação. Eles destruíram também o meu escritório e tudo o que tínhamos ali. Elaine e eu escapamos com vida e com as roupas do corpo. O ataque de Satanás foi tão bem planejado que todos se viraram contra nós ao mesmo tempo. Nossa igreja achou que nós estávamos servindo o Satanás e recusou-se a nos ajudar. (Meu próprio pai e o resto de minha família voltaram-se contra nós. [20]) A família de Elaine ajudou os satanistas a destruírem tudo o que nós tínhamos. Membros das nossas duas famílias entraram em cena para tentar colocar-nos permanentemente em uma instituição de doentes mentais. Não tivemos escolha senão fugir para um outro estado do país” [21].
Rebecca conclui: “Muitas outras coisas aconteceram, que não tenho espaço para detalhar aqui...” [22].
Evidências documentais apresentam uma história diferente.
Primeiro: não há base alguma para Rebecca dizer que “os satanistas foram instrumentos da morte de sua mãe”. De acordo com a cópia oficial do “Atestado Médico de Óbito do Condado de Marion (Indiana). Departamento de saúde”, Lois M. Bailey morreu em 31 de dezembro de 1982 no Hospital St. Vincent em Indianápolis, de um ataque cardíaco. Ela tinha 75 anos [23]. Rebecca diz que ela tinha 74 anos [24].
INICIANDO UMA INVESTIGAÇÃO
ESPECIALIZADA
Outro “detalhe” que Rebecca não menciona são as alegações de que ela abusou de Elaine. Documentos mostram que ela, de fato, abusou de Elaine. Em 17 de outubro de 1983, o oficial Samuel E. Hanna, da Polícia do Condado de Madison (Indiana), recebeu o telefonema de um assistente social do Hospital St. Vincent, em Indianápolis. O motivo da ligação: uma mulher tinha sido internada no hospital com lesões cobrindo seu corpo inteiro. Ela era incoerente, havia recebido uma overdose de drogas e estava quase morrendo. O nome da paciente era Edna Elaine Moses.
Uma investigação preliminar indicou a Dra. Ruth Bailey (Rebecca) como a principal suspeita [25]. O oficial Hanna, um cristão nascido de novo, foi o encarregado de encabeçar as investigações sobre Rebecca. Vários meses de trabalho investigativo se seguiram, envolvendo o escritório do Advogado Geral, a FDEA (Federal Drug Enforcement Administration - Administração Federal de Coação às Drogas), o Hospital St. John, Conselho de Licenciamento Médico e ainda outros órgãos.
Baseado na investigação, o Conselho de Licenciamento Médico de Indiana emitiu uma “Suspensão de Emergência” da licença de Rebecca que a impediu de praticar medicina em Indiana durante 90 dias [26].
Houve mais investigações, foram levados atestados adicionais e uma “Solicitação para Admissões” foi afiançada por Rebecca. Entre outros resultados, as pesquisas revelaram que Rebecca, em menos de seis meses, havia emitido um total de mais de 100 prescrições de Demerol para quatro farmácias diferentes, que autorizavam a compra de 330 frascos da altamente viciadora droga anestésica [27].
A partir dessa descoberta, o Conselho de Licenciamento Médico emitiu uma ordem, registrada em 22 de maio de 1984, prolongando a suspensão de Rebecca por mais 90 dias. A ordem também declarava: “O sujeito em questão (Rebecca) continua representando um perigo claro e imediato à saúde pública e segurança se lhe for permitido continuar praticando a medicina, e que as razões apresentadas neste assunto na ordem de suspensão anterior não mudaram”. A ordem também solicitava a Rebecca para “submeter-se a um exame físico e mental completo à custa do Conselho”.
Antes disso, Rebecca já havia fugido de Lapel. Uma cópia da ordem do Conselho teve que ser remetida a ela através de correspondência registrada, para uma caixa postal em Niles (Michigan), onde ela acusou o recebimento (assinou) em 29 de maio de 1984. A investigação continuou e resultou em uma audiência em setembro de 1984. A edição de 21 de setembro de 1984 do “Indianápolis News” informou que “Ela (Rebecca) não compareceu ontem à audiência referente a seu caso, que durou seis horas. Pela lei, sua falha em comparecer significou que o Estado havia provado sua culpa através da ausência”. O jornal informou também que 19 testemunhas depuseram durante a audiência, muitas das quais “se recusaram a revelar seus atuais endereços, dizendo temer retaliações da Dra. Bailey. Elas disseram que a médica porta uma arma e ameaçou ferir as pessoas, que ela afirma estarem possessas”.
O artigo do jornal ainda informou que “Várias testemunhas disseram ter visto a Dra. Bailey (Rebecca) injetando Demerol e morfina em si mesma, na Sra. Moses (Elaine) e na filha adolescente da Sra. Moses. As testemunhas ainda disseram que foram mantidas disponíveis grandes quantidades de drogas, e a casa de Bailey estava entulhada de agulhas usadas e seringas”.
Mais adiante, uma ex-empregada doméstica da Dra. Bailey testemunhou que a casa estava “imunda” quando ela e sua filha se mudaram. Ela testemunhou: “Eu joguei fora 18 bolsas repletas de lixo... No quarto onde a Dra. Bailey e Sra. Moses dividiam a cama, havia cinzeiros transbordantes, pratos com restos de comida e fezes de animal. A casa estava cheia de livros de demonologia”.
--------------------
DROGAS, DEMÔNIOS E ILUSÕES: A SURPREENDENTE SAGA DA DRA. REBECCA BROWN E ELAINE
--------------------
Notas de rodapé:
[1] Nota do Tradutor: Na versão em inglês, o relato descreve um dormitório. Porém a tradução transformou-o em um “salão”...
[2] EVPLOC, pg. 26.
[3] Chesterfield Vive – Acampamento Espiritualista, 1886-1986. Nossos primeiros 100 Anos; publicação interna; 1986.
[4] EVPLOC, pg. 23.
[5] Escola Secundária de New Castle, Anuário 1965, pg. 51. New Castle, Indiana.
[6] EVPLOC, pg. 72. (Nota do Tradutor: Esse é mais um ponto onde a tradução para o português “oculta” um fato de relativa importância: a parte sublinhada, na versão transcrita do original diz: “Her husband had left and remained with the satanists”, ou seja, “Seu marido a deixou para permanecer com os satanistas”... parece que todo tradutor ou editor do Brasil gosta de contar sua própria história e censurar os fatos que não lhe agradam... seriam reflexos da ditadura ou ganância por lucros em cima de congressos?)
[7] Application for Marriage License, State of Indiana, Henry County Book 54, pg. 586.
[8] State of Indiana, Henry Circuit Court – January term 1967, Cause # 67-C-92.
[9] States Exhibit #22, op. cit.
[10] EVPLOC, pg. 48.
[11] Closet Witches 2, lado dois; Chick Publications, Chino.
[12] Apuração de Fatos, nº. 11, Causa #83 MLB 038.
[13] PPAG, pg. 300.
[14] Enquanto o Hospital St. John não confirma nem nega sua ajuda financeira ao consultório de Rebecca (Ruth Bailey), States Exhibit #16 (Centro Médico de St. John, Anderson, Cronologia de Indiana) – Doutora Ruth Mailey (sic) registra uma entrevista em 20 de setembro de 1983 entre Rebecca (Ruth Bailey) e a administradora do hospital, Irmã Michaeleen, na qual Rebecca "expressou preocupação sobre suas finanças e quanto ela devia ao hospital particularmente”. Além disso, os residentes e policiais (entrevista com o Detetive Samuel E. Hanna) de Lapel (Indiana) indicam o envolvimento financeiro de St. John na abertura do consultório médico de Rebecca em Lapel. Finalmente, seguindo a fuga de Rebecca de Lapel, a posse da casa que serviu como o consultório médico foi transferida (em um período de seis semanas) de Rebecca para o Banco Estatal de Lapel e para o Hospital St. John (registros do Condado de Madison, Indiana, Livro 619, Páginas 216 e 740).
[15] Nota do Tradutor: Mais uma vez a editora do livro em sua versão brasileira (ou o tradutor...) não teve a coragem de traduzir o que a autora escreveu de forma direta. O título em questão foi suavizado e o capítulo chamou-se “Um Engano” (PPAG, pg. 193).
[16] PPAG, pg. 224 (Nota do Tradutor: a parte sublinhada foi descaradamente retirada da versão brasileira... imagino que “para não chocar” ainda mais: a ganância justifica qualquer deturpação, não é mesmo?)
[17] The Lapel Review, Lapel (Indiana), 26 de maio de 1982.
[18] States Exhibit #16, Saint John's Medical Center, Anderson, Ind., Chronology – Dr. Ruth Mailey (sic), pp. 1-6.
[19] PPAG, pg. 300.
[20] “My own father and the rest of my family turned against us” – Frase cortada da versão brasileira.
[21] PPAG, pg. 300, 301 e 302.
[22] PPAG, pg. 301.
[23] Cópia oficial do Atestado de Óbito #08291, Lois M. Bailey.
[24] PPAG, pg. 301.
[25] Case Complaint Report Madison County Police #83-K-4001 (Relatório de Investigação de Queixa, Polícia do Condado de Madison).
[26] Suspensão de Emergência, assunto: Ruth Bailey, M.D., Licença nº.29402, recebida em 15/03/1984 pela Agência de Serviços de Profissionais de Saúde.
[27] Atestados emitidos por: Marsh Pharmacy (Anderson); Hollon’s Drugs (Anderson); Lapel Drug Store (Lapel, Indiana) e Gene Maddy Drugs (Anderson).